Conflito por espaço
A Central Sindical e Popular Conlutas (CSP-Conlutas) expressou descontentamento por não ter conseguido reservar a Avenida Paulista para um ato no dia 1º de maio, Dia do Trabalhador. A entidade havia protocolado a solicitação em março de 2026, mas a Polícia Militar (PM) concedeu prioridade ao grupo Patriotas do QG, que havia feito a solicitação em setembro de 2024.
Legislação e procedimento
A Constituição Federal assegura o direito de reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, desde que não haja outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local e que haja prévio aviso à autoridade competente. A PM é responsável por receber os ofícios das entidades interessadas e reservar o local pretendido a quem pediu primeiro.
Reivindicações dos grupos
O Patriotas do QG deve realizar seu ato às 11h em frente ao prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com foco no apoio à eleição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, além de pedir a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e criticar o Supremo Tribunal Federal (STF). Já a Conlutas, que remanejou seu ato para a Praça da República, pedirá o fim da escala de trabalho 6×1, do arcabouço fiscal e da reforma administrativa, além da crítica às privatizações e da pauta contra o feminicídio.
Fonte: Gazeta Política


