Uma pesquisa inédita revelou que o plantio de cobertura vegetal nas entrelinhas e de árvores e arbustos entre os corredores de café no Cerrado Mineiro reduziu em cerca de 30% a incidência do “bicho mineiro”, a praga mais temida pelos cafeicultores. O objetivo é mostrar como a agricultura regenerativa poderia atrair uma fauna benéfica de insetos que agem como predadores naturais do bicho-mineiro e outras pragas do café, além de ajudar as plantações a serem mais resilientes às mudanças climáticas e também a reduzirem o uso de defensivos químicos.
A iniciativa é da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), em parceria com a Nespresso, que mobilizou fazendas da região para participar do projeto. Primeiramente, a área da pesquisa foi segmentada em 14 fazendas – uma delas, é a Fazenda São Mateus, produtora do Guima Café, eleito o melhor do mundo em 2023 pela Illy Café e pioneira na adoção de técnicas da agricultura regenerativa.


